A lingua espanhola no cinema/arte

Vamos começar com 2 grandes filmes recém lançados “Relatos selvagens”, do argentino Damián Szifrón, e Dólares de areia, da dominicana Laura Guzmán e do mexicano Israel Cárdenas.

A novidade é de se comemorar, jde ver e valorizar com relevância cultural devida e não só mirar o norte tradicional, quando o assunto é arte. Na mostra realizada em São Paulo no mês de outubro foram apresentados 42 são da Espanha e outros 22 da América Latina todos de excelente qualidade

Entre as atrações espanholas, há filmes frescos, como Hermosa juventud, de Jaime Rosales, que recebeu menção honrosa no último Festival de Cannes; Viver é fácil com os olhos fechados, de David Trueba, vencedor de seis Goya (principal premiação do cinema espanhol) e indicado pela Espanha para disputar uma das vagas para o Oscar de melhor filme estrangeiro em 2015; e As Bruxas de Zugarramurdi, de Álex de la Iglesia, premiadíssimo nos Goya.

E há também deliciosas pedidas clássicas, como uma retrospectiva da obra Pedro Almodóvar  .
Já dentro do Foco Espanha, cinco longas restaurados pela Cinemateca Espanhola  devem ser citados  entre eles Falstaff - O toque da meia-noite (1965), produção que Orson Welles filmou na Espanha; A Idade do Ouro (1930) e Um cão andaluz (1929), ambos de Buñel.